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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
Os Cães de Pavlov versus os tanques Panzers

Tendo em vista as tão revolucionárias pesquisas, com cães, de Reflexo Condicionado feitas pelo cientista russo Ivan Pavlov, no calor do momento, em especial durante os esforços colossais para a defesa russa de Stalingrado, em 1941, aparecem em cena técnicas para seabater veículos blindados nada comuns.
Visto que Pavlov estudava o comportamento dos cães, suas reações em diferentes situações e no laboratório, a domesticação do mesmo para diferentes fins foi muito pensada pelo Exército Vermelho, que estava sob extrema pressão na ofensiva alemã em Stalingrado. Mas só a domesticação não daria conta de ajudar contra os alemães, pois não eram somente soldados, eram, também, os tanques (Panzers, em maioria) que avançavam sobre o território russo.

Ivan Pavlov e um cão sendo testado em um laboratório com os devidos equipamentos.

Esquema mostrando como funcionava a alavanca ativadora dos explosivos
Então, associado ao adestramento, tem-se o desenvolvimento de um mecanismo de ativação de explosivos. O processo se dava por treinar cães famintos para buscar carne em veículos sobre esteiras (tanques). O ponto é que esses cães tinham, alocadas em suas costas, alavancas de ativação dos explosivos, para que quando eles entrassem debaixo do tanque em busca de carne, a alavanca ativasse a carga de explosivos e neutralizasse o tanque.

| Cão indo em direção a um tanque T-34 (russo), provavelmente em um treino para avaliar a efetividade do experimento ou em um treinamento, com o cão carregando a alavanca sem explosivos. |
Um pequeno desvio foi observado pelo fato de que os tanques russos (os T-34, em maioria) utilizavam diesel como combustível, diferente dos panzers alemães, que utilizavam gasolina. Essa diferença de odor, por vezes, causou confusão nos cães, visto que além do cheiro ser diferente na entrada do tanque (tendo em vista o faro apurado dos cães), era diferente também no escapamento.
Mas a busca por carne nos tanques seguia uniforme, os cães corriam para debaixo do tanque em busca de alimento e, ao entrarem entre as esteiras, a alavanca dobrava e explodia tanto o cão quanto o blindado (as cargas de explosivos eram altas, para dar conta de tanques com blindagens fortes).
Por fim, temos um outro agente na defesa da Invasão de Stalingrado que não falava russo, não usava rifles e sequer tinha instrução ou era calibrado, simplesmente era adestrado, teve um mecanismo acoplado a si e agia simplesmente pelo instinto. Essa ação não rendeu tantas vitórias sobre tanques alemães quanto se esperava, tal como desperta repulsa pelas pessoas que gostam de cães, que, hoje, são recomendados como companhias para efeito terapêutico e até servem de guia para deficientes.

Soldados russos com seus "cães anti-tanques"
FONTE: http://www.historiailustrada.com.br/
terça-feira, 3 de junho de 2014
LENINGRADO
Soldados soviéticos durante a defesa da cidade de Leningrado.
domingo, 1 de junho de 2014
Hitler
Mussolini (Fascismo/Itália) e Hitler (Nazismo/Alemanha)
Regimes totalitarios de DIREITA e nacionalistas.
Hitler foi o HOMEM DO ANO na revista TIME, em 1938.
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SEGUNDA GUERRA MUNDIAL
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Sabaton - Smoking Snakes - Legendado PT-BR
De acordo com os registros, os três pracinhas integravam uma
patrulha do 11º RI de São João del Rey que teve como esforço principal o
combate em montanhas com densos campos de minas e sob o fogo cerrado das
metralhadoras alemãs. Em Montese, a tenacidade, o ardor combativo e as
qualidades morais e profissionais dos brasileiros foram demonstradas em seu
raro espírito ofensivo, sob os fogos da Infantaria e Artilharia do Inimigo,
transpondo caminhos desenfiados, neutralizando campos minados, assegurando e
posteriormente, para a Divisão Brasileira, a posse definitiva dessa importante
posição alemã dentro do contexto da Guerra. Em uma dessas incursões, os
pracinhas mineiros se viram frente a frente com uma companhia alemã composta de
aproximadamente 100 homens. Era 14 de abril de 1945. Eles receberam ordens para
se render, mas continuaram em combate até ficarem sem munição e serem mortos.
O detalhe é que, em vez da vala comum, mereceram as honras
especiais do Exército alemão. Admirado com a coragem e resistência do trio, o
comandante nazista mandou enterrá-los e colocar, sobre a cova, uma cruz e placa
com a inscrição: “Drei Brasilianische Helden” ou “Três Heróis Brasileiros”.
Terminada a guerra, seus restos mortais foram trasladados para o Cemitério de
Pistoia, na Itália, e depois para o Monumento aos Pracinhas, no Aterro do
Flamengo, Rio de Janeiro/RJ, (foto). Mereceram as condecorações Medalha de
Campanha (participação na guerra), de Sangue do Brasil (quando há ferimento) e
Cruz de Combate (feitos de destaque).
quarta-feira, 21 de maio de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
20 fotos raras da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial

Soldado brasileiro estampado em edição do jornal Cruzeiro do
Sul. Antes da adesão ao conflito uma expressão se popularizou no Brasil,
"é mais fácil uma cobra fumar do que o Brasil entrar na guerra".
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